Como escreví em minha postagem anterior Professor Geraldo Mariz era uma pessoa "sui generis" e para que todos conheçam este grande ser humano tomei a liberdade de reproduzir nesta postagem os depoimentos que recebi por e-mail, tanto de seus ex alunos e pessoas que o conheceram, quer pessoalmente, ou através das palavras dos amigos. Ao mesmo tempo que agradeço palavras de carinho dos amigos. Sobre PESSOAS como você Professor Geraldo - Meu querido e eterno Jovem Mariz, como o costumava chamar, DIVULGAR É PRECISO.
Seu aluno
Tadeu
Seu aluno
Tadeu
Artur Galileu de Miranda Coelho
Uma
que consegui com minha sogra Maria José, que conheceu Geraldo Mariz
quando jovens, e também reportada por ele próprio quando soube que eu
conhecia o Coronel Carlos Anequim Dantas: Alistado no Exército, G. Mariz
(e um seu amigo Wlisses) faziam parte de uma formação dos recrutas para a primeira apresentação aos oficiais.
Chega
o tal coronel Anequim, considerado brabo e severo, e vai perguntando o
nome de cada um, profissão, endereço etc. Ao perguntar onde os pais dele
moravam, Geraldo Mariz responde de pronto: meu pai mora no cemitério!
O coronel baixou a cabeça, certamente prendendo a risada, por alguns
segundos, não falou nada e prosseguiu com o interrogatório.
Galileu refere-se a inusitada presteza que o JOVEM MARIZ dispensava aos seus alunos
Galileu refere-se a inusitada presteza que o JOVEM MARIZ dispensava aos seus alunos
algo parecido aconteceu comigo: Mostrei ao Dr. Geraldo Mariz uma flor
esquisita que eu havia coletado em Fragoso (hoje vila de Ouro Preto, creio já
em Paulista), nas proximidades do riacho Piaba de Ouro. Dentro da mesma
havia um inseto morto.
Não demorou muito, com seu fusca, logo saimos da UFPE (CFCH) ao
local da coleta. Tratava-se de uma Aristolochia, talvez brasiliensis.
Saudações,
Galileu
Lembrança das aulas do Mestre Geraldo Mariz.
Da esquerda para a direita:
Lauro Xavier Filho-Carmélia-Geraldo Mariz-Lydia Silva-Deoclécio
Guerra-Luciano Santos Lima-Auremar-?.
Na frente de Lauro, sobre uma caixa, o livro Botânica Sistemática!
Marlene Barbosa
São várias, inusitadas e por demais
interessantes as histórias que envolvem Dr. Geraldo Mariz; agora, mesmo,
lendo em voz alta para Dilosa, o curioso relato de Argus, me vi
surpresa quando minha irmã falou sobre outra lembrança de Dr. Geraldo,
ainda, sobre a tal "bata"! Segundo Dilosa, certa vez, ele frisou a
respeito de um curioso pedido feito à sua esposa, Dona Maria Hilda: -
"Mª Hilda, quando eu morrer, quero ser enterrado com a minha bata!
- tendo, então, respondido D. Mª Hilda: - "Geraldo, você já viu morto
ter gosto?" Depois de concordar com o quê a esposa havia falado, deu uma
daquelas gostosas gargalhadas! Abraços, Marlene
Pessoal... são histórias que não acabam mais... e boas!!! Essas abaixo, Dilosa se lembrou quase agora, tomando o café da manhã...
1 - Recém formado, Dr. Geraldo, foi desafiado por alguns colegas, com aquela imposição do tipo "duvido você fazer!" de que ele não seria capaz de andar com uma cuia de queijo do reino, em uma rua movimentada de Recife, durante o horário de pico do comércio! O Mestre, "na lata", topou a provocação e afirmou que faria questão da presença desses colegas, como "testemunhas" do ocorrido! Então, ele assim o fez: andou de paletó, gravata e uma reluzente CUIA à cabeça, para cima e para baixo, com a cabeça bem erguida, na maior moral, em plena rua Nova - à época, a mais chique e movimentada de Recife!!!
Meu Jesus, eu não gostaria de ter presenciado essa cena?
2 - Já aposentado e depois que ele sofreu o primeiro enfarte, após a viagem à França, Dilosa o questionou da seguinte forma: "Mas... Dr. Geraldo...como é que o senhor tão magro teve enfarte? De imediato, ele retrucou dizendo: "Dilosa, isso não quer dizer nada, o problema é que sou MAGRINHO por FORA e GORDO por DENTRO!!!
Bjos.,parab todos. Marlene
Este era o Mestre que tudo fazia pelos seus alunos, basta ler o depoimento da amiga Dilosa:
Dilosa Alencar Barbosa
Numa certa manhã de um dia bastante chuvoso, eu e Laise, recém
contratadas pelo Deptº de Botânica/UFPE (no então 8º andar do CFCH), abordamos
Dr. Geraldo que estava chegando para trabalhar, na tentativa de que ele
identificasse uma Guttiferae à mata de Dois Irmaõs, onde estávamos realizando
um balanço hídrico. Dr. Geraldo que havia de estar sem falta a uma reunião à
Reitoria, não titubeou e de imediato foi conosco e entrou na mata de paletó e
guarda-chuva! Laise, talvez, tenha a foto dessa façanha!
Abraços, Dilosa
Abraços, Dilosa
Argus de Almeida
Também tive a honra de ser seu aluno de Botânica no início dos anos 70 do século passado.
Logo na primeira aula ele chegou cantando com um buquê de flores de
ipêsinho na mão e perguntou a cada um de nós qual era o nosso interesse
em botânica. Valdecí um colega nosso, respondeu que não se interessava e
de que estava ali por obrigação. Ele então disse:
"- Abra o seu coração para a botânica, Valdeci!", dizendo isso
abriu a sua bata de cima em baixo soltando todos os seus botões no chão!
Boquiabertos com a cena, começamos a catar os botões no chão da sala,
quando ele falou para nossa maior surpresa: " - Não precisa se preocupar
em catar os botões. Eu de propósito digo a minha esposa para pregar os
botões bem frouxos para fazer esta cena que voces viram".
Assim eram as suas aulas de botânica!
Saudades do Professor Geraldo Mariz!
Argus.
Lembro que na época da nossa graduação no início dos
anos setenta do século passado, na UFPE a Botânica era constituída por
excelentes professores pesquisadores tais como Dr.Geraldo, Laíse, Dilosa e José
Luiz, ao contrário da Zoologia que era uma lástima...
O que sei de botânica até hoje devo a estes
professores. O livro texto era do Joly e as apostilas com chaves para famílias
vegetais da Profa.Graziela Barroso (o Mário Sette tentava decorar os caracteres
decisivos da chave: “tricoca lactescente– Malpighiaceae!”). Esta formação era
completada pelo pessoal da ecologia tais como Osvaldo e Tadeu com intenso
trabalho de campo. Fui estagiário de ecologia e minha formação zoológica devo
muito mais a Galileu e Deoclécio, completada pela prática de Mariola, aos
trabalhos de campo do que nos livros de zoologia. Lembro-me das nossas
inesquecíveis excursões de campo em Saltinho, Serra Negra e Vale do Catimbau.
Nas nossas aulas de botânica, Dr.Geraldo solicitava
que coletássemos flores para estudar nas aulas. Severino e José Ivan, sempre
trabalhavam juntos na coleta. Enquanto Severino coletava todas as flores
possíveis, Ivan, com vergonha, enfiava-as nos bolsos da bata e dizia “Severino,
olha o povo olhando !”. Quando chegaram a sala de aula, Dr.Geraldo perguntou
quais as famílias que haviam coletado, Severino, muito falante, começou a
estropiar os nomes das famílias vegetais, Dr.Geraldo aí disse: “Meu Deus! um
cego guiando o outro!”
Argus.
Tiago de Arruda Pontes
Não cheguei a conhecê-lo, mas com
certeza sua ausência vai soar sempre como uma presença inesgotável na
vida de quem passou pela vida deste que agora está nos observando lá de
cima.
Fica a lembrança e o exemplo de pessoa e profissional em
nossa área que a cada dia se torna mais concorrido e menos humano. Não
deixemos de lembrar de figuras importantes como o prof. Geraldo Mariz.
Abraços!
Marcondes Oliveira
Quero espressar minhas homenagens ao saudoso Prof. Geraldo, tive a
oportunidade de conhecê-lo e conversarmos muito, onde o mesmo me incentivou a
prosseguir na botânica.
Reconhecido pela sua irreverência e de personalidade forte, a
muitos deixa seu legado e seus contos. Profundo conhecedor de nossa flora pernambucana,
em especial, pelas Guttiferae. Amou o que fazia!
Grande homenagem aqui retribuida pelos seus contemporâneos a alguém que
merece todo o nosso respeito e ainda "em vida" recebeu a devida
homenagem emprestando seu nome ao Herbário UFP.
Sua dedicação à ciência foi seu maior exemplo.
Descançe em
paz Prof. Geraldo,
Katia Porto
Data: Domingo, 29 de Julho de 2012, 22:53
muito comoventes e bonitas as homenagens ao Dr. Geraldo. Gostaria de expressar também a
influência dele sobre a minha vida profissional. Eu não entrei no Curso de Ciências Biológicas para fazer
botânica ( Severino de vez em quando me cobrava isto!) e foi Dr. Geraldo que talvez sem sentir e se dar conta, me
trouxe para esta área. Lembro também que ele foi um dos que mais me apoiaram na saída para o Doutorado. Ele foi
impar! Que bom que se fez uma justa homenagem a ele, em vida, no Herbário e ele ficará imortalizado.
Aquela aula que Argus relatou também foi inesquecível! As pessoas queridas infelizmente nos deixam, mas depois a gente
se encontra!
Obrigada e abraço,
Katia
Osvaldo Carneiro de Lira
Saudades de meu professor de botânica, amigo e companheiro de caminhadas no Parque da Jaqueira
Osvaldo
Osvaldo
Quem se lembra da musiquinha"flor calcarada, flor não calcarada?" O
jovem Mariz, que não tinha medo de fugir do convencional para transmitir
os conhecimentos da botânica. Muito obrigado dr. G. Mariz.
Osvaldo
Fátima Araujo
Lamento a notícia da partida do professor Gerado Mariz.Infelizmente não tive o privilégio de seu convívio, mas as poucas vezes, em que o encontrei no herbário foi de uma cordialidade e presteza marcantes para mim.
Obrigada pela homenagem mais do que justa.
São poucas os novos professores que hoje são também educadores para vida...
Sua foto na
porta de entrada do herbário UFP sempre foi uma lembrança diária para
lembrarmos de homenageá-lo, não esquecê-lo...lembrar de sua obra e
contribuição à botânica.
Uma frase me chamou atenção em seu
escrito..." o papel nas costas..."pois também já usei e ainda uso essa
didática com meus alunos para aprender sobre as famílias e também
sobre nomenclatura botânica.
Ano passado fiz a
quadrilha junina dos nomes. Os alunos adoraram.Isso ninguém nunca me
ensinou.Nasceu repentinamente em mim tais ideias e outras tantas para
facilitar o processo ensino aprendizagem. Feliz então por ter imitado
nosso querido Geraldo Mariz.
Solidarizo-me com toda família e todos que também fazem parte do herbário Geraldo Mariz.
Abraço
Deoclécio Guerra
Tadeu Costa
Porque ficaria sem dar também depoimentos. O Jovem Mariz nos contava alegremente suas aventuras. Coletando amostras do gênero Clusia ele encontrou na Praça do Derby um exemplar florido de Cusia fluminensis. Professo Geraldo não teve dúvidas, tirou os sapatos e subiu naquela árvoreta e fez a coleta de sua amostra, todos olhavam admirados aquele ato para todos estranho, um senhor trpado em uma árvore na Praça do Derby. Alguém que estava por perto falou: esse cara é um doido! E ele nem estava aí para os espectadores. Desceu com suas amostras calçou o sapato e foi embora. Me contou isto com suas gostosas gargalhadas.
Laise de Holanda Cavalcanti Andrade
Aquela da bata eu não sei se aconteceu mais de uma vez mas eu
acrescento: um dia , ele chegou de uma aula e me disse: Laise, hoje a
aula foi ótima, dei uma de Chacrinha, só faltou jogar o bacalhau! e
acrescentou: eu disse aos alunos, vocês tem de se abrir para a Botânica,
fazendo um gesto com a bata e saltaram todos os botões. Fui então pegar
agulha e linha e enquanto pregava os botões ele ia dizendo: te costuro
em vida para não te costurar na morte, fazendo alusão à mortalha que se
costurava no morto.
Olá a todos
Laise
TUMA PROFESSOR GERALDO MARIZ 1966. Enviado por Laise. Esta foi também minha turma.
Da direita para esquerda em primeiro plano Laise, Maria do Carmo, Abgail (de saudosa memória) e Marluce Aluli
É mesmo impressionante a força
aglutinadora de Dr. Geraldo Mariz. Reunir seus ex-alunos, discípulos ou
não, mesmo após seu falecimento... Ele foi mesmo uma figura ímpar!
Lembro dele no auditório da extinta SUDENE falando para minha turma
quando faltou energia e ele continuou saltitante seu discurso feliz, com
aquela sua voz característica, transformando aquele momento tenso em um
relax para todos. Estarei na igreja de Casa Forte logo mais.
Isabel
Jorge Fontella Pereira - 09.08.2012
Deoclécio Guerra
Inesquecível. O livro
era de Alarich Schultz (acho que é assim que se escreve), de capa verde
em 2 vols.Aulas práticas com nosso inesquecível mestre G. Mariz
(carinhosamente conhecido como Geraldo Florzinha!).
Ah! ... brácteas coloridas ... androginóforo.... indivíduos monóicos e dióicos.....
Tadeu Costa
Porque ficaria sem dar também depoimentos. O Jovem Mariz nos contava alegremente suas aventuras. Coletando amostras do gênero Clusia ele encontrou na Praça do Derby um exemplar florido de Cusia fluminensis. Professo Geraldo não teve dúvidas, tirou os sapatos e subiu naquela árvoreta e fez a coleta de sua amostra, todos olhavam admirados aquele ato para todos estranho, um senhor trpado em uma árvore na Praça do Derby. Alguém que estava por perto falou: esse cara é um doido! E ele nem estava aí para os espectadores. Desceu com suas amostras calçou o sapato e foi embora. Me contou isto com suas gostosas gargalhadas.
Laise de Holanda Cavalcanti Andrade
Ficou muito bom e os depoimentos estão completando e, ao mesmo
tempo, demonstrando que ele influenciou e é admirado até por quem não
foi diretamente aluno dele ou companheiro de trabalho/pesquisa.
Abraço,
LaiseOlá a todos
Pois é, Dr Geraldo consegue atuar até
quando não está mais aqui: reuniu ex-alunos e amigos que não se
comunicavam há anos e fez de sua ausência uma presença!
Cá
pra nós, tenho pra mim que ele já anda aprontando lá em cima....e Da
Maria Hilda deve estar dando aquelas discretas cotucadas nele...
Na
história da bata, tenho o segundo capítulo: ele chegou dizendo o que
havia aprontado na aula e falou assim: Laise, dei uma de Chacrinha hoje,
só faltou jogar o bacalhau! e contou o que aconteceu com a bata quando
disse aos alunos que eles tinham de se abrir para a Botânica. Peguei
agulha e linha e fui costurar os botões, ele ainda vestido com a bata.
Enquanto a agulha ia e vinha, ele recitava: te costuro em vida para não
te costurar na morte, te costuro em vida para não costurar na morte, te
costuro...numa alusão aos antigos, que costuravam a mortalha.
Vocês
lembram do dia que ele conseguiu uma escada Magirus com os bombeiros e
foi coletar numa árvore bem alta na praça de Casa Forte?
E
do complô para votar em Buchinho para chefe do Departamento de Biologia
Especial, sabendo que Geraldo Almeida já tinha ganho certo?
Abraços
Lembrei hoje pela manhã de mais uma dele, que ele próprio me contou:
Certo dia, ao terminar aula na FAFIRE, foi para o ponto de ônibus, para voltar para casa.
Inquieto, sentia que havia esquecido alguma coisa.
Olhou para aquele guarda-chuva grande e preto que quase sempre carregava, para a maleta e nada, estava tudo ali.
De repente, lembrou: era o carro, que acabara de comprar!
Abraço,
Laise
TUMA PROFESSOR GERALDO MARIZ 1966. Enviado por Laise. Esta foi também minha turma.
Da direita para esquerda em primeiro plano Laise, Maria do Carmo, Abgail (de saudosa memória) e Marluce Aluli
Lucy M. de la Mora
Como tantos outros, fui bastante influenciada por G.Mariz, na escolha
da minha área profissional, as algas de água doce. Isto começou, quando
fizemos nosso primeiro trabalho de Botânica, na faculdade. Fiquei
apaixonada por aqueles vegetais de formas tão bonitas e delicadas, e
caprichei no trabalho. Dr. Geraldo gostou tanto, que me convidou para
estagiar no IPA. Com algumas restrições , tinha que trabalhar um pouco
com o herbário, comecei minha pesquisa sobre as algas. Aliás éramos
quatro, Lucy, Tadeu, Osvaldo e Aninha Barros Lima. Na época, pouco se
estudava sobre as microalgas, e G.Mariz me orientava com amadorismo,
porém cheio de paixão, como em tudo que fazia. Transmitiu-me todos os
conhecimentos que tinha, sobre a microflora de água doce, até que chegou
um dia que me aconselhou á ir fazer um estágio com Bicudo, em S.Paulo.
Mas nunca deixei de procurá-lo para mostrar-lhe o que andava fazendo, e
sempre vibrava com minhas descobertas. Como aquilo me estimulava e me
fazia bem.
Histórias engraçadas, tenho muitas, mas precisaria colocar em ordem para descreve-las.
Certamente que amanhã, estará conosco na missa, nos vendo com alegria , como sempre fazia.
Tadeu, o links está tão bom, que não sei se devias colocar mais alguma coisa, mas tudo que disse foi pensado enquanto te escrevia.
Obrigada por me fazer participar desta homenagem ao nosso querido e amado professor Geraldo Mariz.
Beijos, Lucy
Histórias engraçadas, tenho muitas, mas precisaria colocar em ordem para descreve-las.
Certamente que amanhã, estará conosco na missa, nos vendo com alegria , como sempre fazia.
Tadeu, o links está tão bom, que não sei se devias colocar mais alguma coisa, mas tudo que disse foi pensado enquanto te escrevia.
Obrigada por me fazer participar desta homenagem ao nosso querido e amado professor Geraldo Mariz.
Beijos, Lucy
Isabel Machado
Pessoal,
Abraços,
Jorge Fontella Pereira - 09.08.2012
É com tristeza que recebemos a notícia da partida do nosso querido irmão e colega Geraldo Mariz. Tivemos a satisfação de participar com o mesmo na banca de Mestrado de Tadeu Medeiros sobre as palmeiras de Pernambuco, bem como de usufruir da alegria de sua companhia em diversos eventos realizados no Brasi. Oremos a DEUS TODO PODEROSO que o receba também com alegria, a mesma que ele sempre manifestou neste plano terreno. Os meus sentimentos aos colegas de Pernambuco e de todo o Brasil por tão grande perda. Jorge Fontella Pereira
Fotos enviadas por Marlene Barbosa
Tadeu, conforme prometi, estou enviando a fotografia de Dr. Geraldo com Padre Sehnen, em coleta à mata do Brejão/PE; a escrita referente à parte central da fotografia (inclusive, o ano), pertence ao Mestre Mariz. Agradeço, desde já, a inserção da imagem/blog. Abraços, Marlene



